domingo, 9 de março de 2008
sábado, 8 de março de 2008
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Peçam para entrar no grupo! Abraços, Barbara
terça-feira, 4 de março de 2008
Plano Ensino 2008 Ecologia e Jornalismo
Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Comunicação e Expressão
Departamento de Jornalismo
PLANO DE ENSINO
Professora: Barbara Arisi
Sala: a definir Horário: 048204
1. Identificação da disciplina
| Código | Nome da disciplina | Créditos | Carga Horária | Pré-requisitos | Curso |
| JOR 5051 | cologia e Jornalismo | 04 | 72 h/a | Não há | JOR |
2. Ementa
Ecologia. Conceitos e história. Aproximação a conceitos centrais à ecologia a fim de preparar o aluno para praticar jornalismo ambiental.
3. Objetivos da disciplina:
1. Estudar conceitos centrais da Ecologia.
2. Familiarizar-se com a história da Ecologia e do ambientalismo.
3. Analisar a cobertura jornalística sobre temas ambientais no Brasil e em outros países.
4. Exercitar a reflexão e a crítica e preparar-se para a prática jornalística sobre questões ambientais.
4. Conteúdo programático:
Unidade 1 – Apresentação de conceitos.
Unidade 2 – História da ecologia, do ambientalismo e seus marcos.
Unidade 3 – Temas caros à Ecologia e análise da cobertura jornalística – imprensa internacional, nacional, regional e municipal.
5. Metodologia
A disciplina será conduzida através de seminários, com a participação dos alunos na discussão das leituras.
Perguntas: Antes de cada aula, os alunos devem preparar e entregar para todos via uma lista (googlegroups ou wiki, etc) uma pergunta sobre cada leitura obrigatória do seminário em questão. Essas perguntas devem ser elaboradas de maneira reflexiva com a finalidade de estimular a discussão sobre o tema do seminário, sempre com referência às leituras. As perguntas devem ser enviadas com 24 horas de antecedência ao horário da aula, postadas para a lista e enviadas no email da professora.
A professora dará uma introdução no início de cada aula e depois passaremos para a discussão das perguntas dos alunos. A partir das unidades 2 e 3, os alunos serão divididos em 4 grupos; cada grupo será responsável pela apresentação, junto com a professora, das idéias centrais de dois seminários (um na unidade 2 e outro na 3), os demais alunos devem também enviar suas perguntas, do mesmo modo como na unidade 1.
Além da apresentação de autores e textos, haverá espaço para a leitura crítica e discussão sobre algumas produções jornalísticas – matérias, programas de rádio, tevê e web – sobre o tema de cada seminário.
O material teórico e jornalístico será fornecido pela professora, mas sugestões (clipping impresso, internet, radio ou tv) dos alunos serão muito bem-vindas.
6. Avaliação
Freqüência nas aulas, participação e discussão em sala de aula, preparação para os seminários (leitura de textos e envio prévio de perguntas) e avaliações (descritas abaixo).
A nota final será resultado do cumprimento das atividades propostas (perguntas enviadas antes de cada seminário) e das avaliações (resenha, produção jornalística autoral e prova).
Primeira avaliação: resenha de um dos dois livros indicados para esta finalidade (MORIN, 2000; SACHS, 2000). Cerca de 3 mil caracteres.
Segunda avaliação: Produção jornalística autoral em áudio ou texto. Programa de rádio de, no máximo, 10’ ou reportagem de, no máximo, 6 mil caracteres.
Terceira avaliação: Prova.
Quarta avaliação: Perguntas enviadas antes de cada seminário (com 24 horas de antecedência).
Cada avaliação gera uma nota, a média da soma delas resultará na nota final.
O atraso na entrega e/ou apresentação acarretará na diminuição da nota em 20%.
É exigido que os alunos tenham presença em 75% das aulas ministradas.
Nova avaliação: O artigo 26, em seu parágrafo 2o. da Resolução 018/Cun/96, prevê que o aluno, com freqüência suficiente (75% das aulas), que apresentar aproveitamento insuficiente, terá direito a uma nova avaliação prevista no Plano de Ensino, desde que sua média final não seja inferior a 3,0. A nova avaliação abrangerá o conteúdo da disciplina ministrado durante o semestre.
Espero de vocês participação em aula, entusiasmo (!), pontualidade na entrega das avaliações e das perguntas. Aproveitem essa disciplina para aprofundar o conhecimento sobre algum desses temas. Livros são a excelente forma de conhecer a fundo assuntos sobre os quais se entrevista e se escreve. É importante que vocês trabalhem em grupo e preparem, de forma dedicada e inteligente, as produções jornalísticas, as resenhas e estudem para a prova. Vamos aproveitar para aprender sobre ecologia.
OBS: O aluno não deverá ter mais do que 18 faltas, equivalente a 4,5 dias de aula, sob pena de ser reprovado por freqüência insuficiente nesta disciplina conforme resolução 018/Cun/96.
7. Cronograma
UNIDADE 1 – Apresentação de conceitos
Aula 01 – Apresentação da disciplina e do programa.
Ecologia – o que é? Como surgiu?
Mídia, educação ambiental e meio ambiente.
Aula 02 – Meio ambiente, Natureza, Diversidade.
Aulas 03 – Biosfera e Ecossistema.
Aula 04 – Sustentabilidade: crises ecológicas e sociais e gestão de recursos.
Aulas 05 –Ecodesenvolvimento X discurso sobre desenvolvimento sustentável.
Aulas 06 – Etnoconservação – comunidades tradicionais e a natureza nos países tropicais. Diferenças de concepções Norte e Sul.
UNIDADE 2 – História da Ecologia, do ambientalismo e seus marcos
Aula 07 – Estocolmo 1972, Rio 92 e Habitat II 1996.
Ambientalismo no mundo (em especial, no Brasil).
Aulas 08 – Rio + 10, Joanesburgo 2002.
Carta da Terra.
Aulas 09 – Protocolo de Kyoto, Metas do Milênio e Relatório ONU – 2007
Aula 10 – Agenda 21 e questões ambientais locais (Santa Catarina/Florianópolis)
UNIDADE 3 – Temas caros à Ecologia e análise da cobertura jornalística – imprensa internacional, nacional, regional e municipal
Aula 11 – Clima: aquecimento global, comunidades afetadas.
Avaliação 2: entrega da produção jornalística autoral
Aula 12 – Biomas: Floresta Amazônica e Mata Atlântica.
Aulas 13 – Água: recurso ou bem universal? Abastecimento e saneamento.
Aula 14 – Energia: biomassa, gás natural, combustíveis fósseis, hidrelétricas (grandes e PCHs), alternativas (eólica, solar, etc) e nuclear.
Aula 15– Avaliação 3: Prova.
Aula 16 – Video documentário e debate (se possível, com convidado).
Aula 17 – Divulgação das notas
Aula 18 - Reavaliação
Bibliografia
ABREU, Míriam Santini de. 2005. Quando a Palavra Sustenta a Farsa: o discurso jornalístico do desenvolvimento sustentável. Florianópolis: EDUFSC.
DELEAGE, Jean Paul. 1993. História da Ecologia: uma ciência do homem e da natureza. Lisboa, Portugal: Dom Quixote.
DIEGUES, Antônio Carlos. 2001. Ecologia Humana e Planejamento em Águas Costeiras. 3ª ed. São Paulo: HUCITEC, NUPAUB – Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas em Áreas Úmidas Brasileiras/USP.
_______, Antônio Carlos. 2000a. O Mito Moderno da Natureza Intocada. 3ª ed. . São Paulo: HUCITEC, NUPAUB – Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas em Áreas Úmidas Brasileiras/USP.
_______, Antônio Carlos (org.). 2000b. Etnoconservação: novos rumos para a proteção da natureza nos trópicos. São Paulo: HUCITEC, NUPAUB – Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas em Áreas Úmidas Brasileiras/USP.
FERREIRA, Leila da Costa & VIOLA, Eduardo (orgs.). 1996. Incertezas da Sustentabilidade na Globalização. Campinas: Editora da Unicamp.
GONÇALVES, Carlos Wagner Porto. 1998. Os (des)caminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto.
LITTLE, Paul (org.). 2003. Políticas Ambientais no Brasil. São Paulo: Petrópolis; Brasília, DF: IIEB – Instituto Internacional de Educação no Brasil.
McCORMICK, John. 1992. Rumo ao Paraíso: a história do movimento ambientalista. Rio de Janeiro: Relume Dumará.
MORIN, Edgar. 2000. Saberes Globais e Saberes Locais: o olhar transdisciplinar. (participação de Marcos Terena). Rio de Janeiro: Garamond.
NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do & VIANNA, João Nildo. 2007. Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável no Brasil. Rio de Janeiro: Garamond.
SACHS, Ignacy. 2000. Caminhos para o Desenvolvimento Sustenatável. Rio de Janeiro: Garamond.
TRIGUEIRO, André (coord.). 2003. Meio Ambiente no Século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. Rio de Janeiro: Sextante.
VIEIRA, Paulo Freire et alli (org.). 1998. Desenvolvimento e Meio Ambiente no Brasil: a contribuição de Ignacy Sachs. Porto Alegre: ed. Palotti; Florianópolis: APED.
Outros livros e textos serão indicados ao longo do semestre. Será identificada com antecedência de duas semanas as leituras obrigatórias para cada seminário.
Sites relacionados:
www.abong.org.br – Associação Brasileira de Organização Não Governamentais
www.isa.org.br – Instituto Socioambiental
www.andi.org.br – Agência de Notícias dos Direitos da Infância
www.adital.com.br – Agência de Notícias América Latina e Caribe
www.pnud.org.br – Plano das Nações Unidas para o Desenvolvimento
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Na Holanda, não tem saquinho no super!
Viva os loucos que odeiam as sacolinhas plásticas!!!
O MUNDO DE SACO CHEIOTAXAR, SUBSTITUIR OU BANIR: VÁRIOS PAÍSES BOICOTAM A ONIPRESENÇA DAS SACOLAS A conservação do meio ambiente é um dos pilares da felicidade no Butão, onde se mede desenvolvimento pela Felicidade Nacional Bruta em vez do Produto Interno Bruto. Faz sentido, então, que no Butão sejam proibidos o uso e a venda de sacolas plásticas. Feitas a partir do petróleo e com longo tempo de decomposição, elas degradam o meio ambiente e, portanto, a felicidade nacional. O boicote vigora desde 1999, ano em que outros locais também começaram a prestar atenção aos aparentemente inofensivos sacos plásticos. A ilha francesa da Córsega e Khumbu, região do Nepal que abriga o Monte Everest, também baniram as sacolas em 1999. A partir daí, outros se juntaram ao grupo: Taiwan, Bangladesh, Ruanda, partes da Índia e África do Sul, onde usar plástico para carregar as compras pode dar cadeia. Adesão recente foi a da cidade de San Francisco, que este ano proibiu grandes supermercados de oferecer sacolas plásticas aos consumidores. É a primeira cidade a banir o plástico nos EUA, templo do consumo moderno que usa cerca de 100 bilhões de sacolas por ano, com custo estimado de US$ 4 bilhões para os comerciantes. Na maior parte do país, o consumidor é apenas instado a escolher: Paper or plastic? Em vez de boicote, alguns preferem uma pinçada no bolso para incentivar a mudança de comportamento. A Irlanda consumia 1,2 bilhão de sacolas por ano até que o governo instituiu, em 2002, a PlasTax, uma taxa de 15 centavos de euro por sacola, a cargo do cliente. A reação foi imediata, com queda de 90% no consumo de sacolas em 2003, mas não duradoura. O uso do plástico voltou a aumentar e, embora não tenha alcançado patamar pré-2002, o governo agiu de novo. Este ano, elevou a taxa para 22 centavos e tenta convencer a população de que esse, ao contrário dos demais, é um imposto que se deve evitar pagar. Mesmo assim, estima-se que tenha recolhido cerca de 50 milhões de euros desde o início da cobrança — os recursos são destinados a projetos ambientais. Na Alemanha, não há política oficial, mas a maioria dos supermercados cobra, há anos, de 5 a 25 centavos de euro por sacola. Outra estratégia foi escolhida pelos australianos, que em 2005 usaram 3,92 bilhões de sacolas. O governo, em consulta com a indústria e o comércio, instituiu em 2003 um código de práticas com prazos e percentuais para a redução do número de sacolas oferecidas pelos grandes supermercados — 25% em 2004 e 50% em 2005. Determinou ainda que pelo menos 15% dos itens fossem coletados e reciclados. A redução chegou a 41% em 2005, mas a reciclagem ficou bem abaixo da meta, em 3%. Enquanto o governo australiano considera banir as sacolas ou impor uma taxa no estilo irlandês, a campanha para educar o consumidor continua, sob o slogan: “Coloque um meio ambiente melhor na sacola”. E seja feliz! – por Flavia Pardini
Para ler toda reportagem, acesse: http://www.pagina22.com.br/index.cfm?fuseaction=reportagem&id=25
terça-feira, 2 de outubro de 2007
O processo de desmatamento na
DIÓGENES S. ALVES
A EVOLUÇÃO DO DESFLORESTAMENTO NA AMAZÔNIA LEGAL
